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Light - Sensacional corrida em Kansas E-mail
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PiorMelhor 
Por Nuno Moraes   
30 de setembro de 2006
nicko
Demorou. Cansou um bocado. Foram horas de corridas em três das quatro primeiras etapas. Recorde de YF’s e acidentes em algumas delas. Mas finalmente a consciência dos pilotos da Light falou mais alto. E tivemos, enfim, uma corrida digna da categoria, semelhante às do final da S1/2006. Se fosse usar uma palavra que resumisse o comportamento dos pilotos na prova de Kansas, onde todos esperavam outra tragédia, eu escreveria simplesmente FANTÁSTICO.
 
Claro, houve alguns erros básicos ainda, mas nada que ofuscasse o brilho da prova, que durou pouco mais de uma hora. Foram apenas cinco YF’s em 107 voltas (segundo o Export oficial da prova), com 20 voltas lentas. 87 foram em alta velocidade. Ou seja, em 81,3% da corrida, tivemos disputas, ultrapassagens, defesas de posição, necessidade de controlar a adrenalina e o consumo de pneus.

Logo no Practice as atenções foram dirigidas ao piloto Alex Veleciclo – popularmente conhecido como Zanardi -, que marcou a melhor volta. No Qualy, Zanardi confirmou o favoritismo e fez a pole. Mas Eduardo “Nervoso” Tomedi (ou Tomati, para quem preferir) e Nicko Papalexiou, mostraram que a coisa não ia ser assim tão fácil para ele. Fizeram tempos tão colados, que foi preciso passar um fio dental entre eles para saber quem era quem no tempo final.

Deixemos o Happy Hour de lado. Todos querem saber como será a corrida. E na largada, Zanardi mantém a ponta, com Tomati e Nicko colados. No bloco de trás, Ronny Lira, o Calavera (guardem esses nomes) larga em 15° e aparece, na volta 1, em 10°. Se entendendo melhor com a pista e o carro, passa na volta seguinte o companheiro de equipe Nuno Moraes (esqueçam esse nome), que brigava com o carro, com a pista, com os mosquitos, com a recuperação de um acidente real. Ah, PQP, o cara só não brigava por posição na pista...

Lá pela volta 20, as posições se modificaram na frente, com Nicko assumindo a ponta, Renato Serra em segundo, Tomati em terceiro. Epa, cadê o Zanardi? Bom, para variar, o azarado piloto #45 caiu do server e voltou como retardatário. Mas foi beneficiado pelo Lucky Dog e começou a galgar posições. Na volta 21, primeira YF. Alívio geral para a nação Light. Todo mundo pros pits calçar pneus novos nas carangas e encher o tanque.

Volta pra prova e tudo fica igual como era antes: Nicko na frente, sem querer de perder tempo com retardatários, com Serra e Tomati comboiando. Serra força muito e... buuuuuuuuummmmmmm. Manda o motor pro espaço. Mas deixa o carro em Kansas e sai reclamando dos componentes “importados” do equipamento, comprados na Feira de Acari, no RJ...

Daí em diante, o que se vê, é Nicko liderando, e Tomati escoltando. Aí vem alguém e me pergunta: “moço, você falou para a gente guardar o nome do Calavera. Para quê, se ele não aparece mais na matéria?” E eu respondo: “para que vocês me lembrassem disso, senão eu esquecia mesmo”, oras...

Calavera chegou a liderar uma volta, na primeira YF. Depois foi pro pit na hora errada e virou retardatário. “Prá isso que a gente tem que guardar o nome dele? O cara erra direto”. Nada disso. Ele se recuperou com o Lucky Dog também e recomeçou a escalar o grid. Foi indo, foi indo, foi indo e... foi pras pontas (acharam que eu ia escrever igual ao Jardel, do Grêmio?).

No fim da prova, Estavam Nicko, Tomati e Calavera disputando. Nuno Moraes havia desistido da prova passou a ser o spotter de colega de equipe. Poucas voltas pro fim, e o #976 dá um drible em Tomati na T2, digno de final de Copa do Mundo. E parte atrás de Nicko. Foram oito voltas de arrepiar. Calavera tentando passar e Nicko, de forma limpa e correta (não se podia esperar outra coisa de alguém tão experiente), fechava a porta. E terminou assim. Nicko na frente, 45 centésimos à frente de Calavera. Que corrida espetacular. Deu gosto de ver.

E o gerente Ricardo “Dog” Vizibelli chorou muito ao fim da prova. Coletamos dele palavras emocionadas, ao fim da prova: “Finalmente, snif, snif, vou dormir antes de uma da madrugada. Buuuuuáááááááá. É emocionante”...

Outros destaques da prova foram o 4° lugar de Zanardi (isso mesmo, o cara conseguiu se recuperar) e o Top 10 de Eder Taffarel, o Montoya, que depois de passar uma temporada nos hotéis dele em WG, voltou disposto a seguir uma voz que insistentemente falava a cada disputa de posição: “Vai, vai que é suuuuuuuuuuaaaaaaaaa Taffarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrreeeeeeeeeeeeelllllllll”.

PS: O Jardel, quando era do Grêmio, comentava um gol dele assim: “A bola foi indo, foi indo, foi indo e iu”...


Por Nuno Moraes

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