Os pilotos da Truck series desembarcaram no New Hampshire International
Speedway para uma corrida emocionante; 4ª etapa da tempora e, desta vez,
após vencer as três corridas anteriores, não deu G. Cunha. A vitória chegou para J. Ludvig #26. Mas vamos ao relato da corrida.
Largando na pole G. Cunha #13 cravou o tempo de 31.461, seguido bem de
perto por J. Ludvig #26 com o tempo de 31.584, depois E. Moraes #300
com 31.696, J. Foitte #104 com 31.724 e fechando o top 5 de
largada F. Amaral #92, com 31.733. Destaque para o piloto do carro
#104, que fazia sua estréia na categoria.
Numa corrida sem
YF +
RBTTL + DFR +
LD não é permitido errar e foi isso
que o trio maravilha Cunha, Ludvig e Duko fizeram. Errando o mínimo
possível o trio se manteve ocupando o primeiro, segundo e terceiro
lugar durante boa parte da prova, até que G. Cunha #13 e J. Ludvig #26
foram para o pit, mas E. Moraes #300 permaneceu na pista para liderar
a corrida e acabou se afastando dos líderes. A prova ainda teve
pequenas lideranças de N. Papalexiou #33 e F. Amaral #92.
A disputa pela ponta foi na maioria das vezes sempre alternada entre G. Cunha #13 e J. Ludvig # 26.
G. Cunha #13 falou com nossa equipe após a prova: “Minha corrida foi quase perfeita, independente do resultado. Sabia que não podia errar em momento algum, então, procurei me concentrar. No primeiro trecho, varei a
T3, porque eu espirrei na hora de freiar, daí o carro foi embora, Junae passou e o Duko veio também. Quando me reestabeleci, me sustentei por fora. Depois fui a caça do Junae, até que ele deu uma bitoca no muro. Nisso, tentei abrir uma vantagem para pitar, consegui 1s, mas não deu, porque logo depois do pit, voltei engarrafado. Daí Junae ficou na frente. Foram 60 voltas forçando, tentando arrumar espaço, esperando ele errar, até que ele errou na saída da
T4, e eu mergulhei na
T1. Só que eu achei injusto na hora e devolvi a posição, daí ele devolveu de novo, e eu tirei o pé na reta devolvendo outra vez."
J. Ludvig #26 não cabia dentro de si tamanha alegria pela vitória e só quer saber de comemorar a conquista da prova: “Chegar na frente com o G. Cunha #26 atrás é, sem sombra de dúvidas, umas sensação única, inesquecível.”
No pelotão do meio alguns estavam satisfeitos, outros tiveram problemas. Para C. Feruti #828, que chegou em 11º, problemas com a calibragem do seu volante influenciaram no mau desempenho na prova. Já para R. Udine #127, que terminou em 9º, ter chegando inteiro dá uma sensação de missão cumprida. Para F.Garcia #331 que chegou em 8º, mesma posição que largou, a corrida valeu pelas altas disputas que travou, principalmente, com o N. Papalexiou #33. E. Bracisievicz # 402 teve problemas e quase se envolve em um acidente com a truck #334. R. Bastos #427 achou seu desempenho abaixo do esperado, chegando em 14º. Quem teve uma boa corrida foi o piloto C. Marin # 145, que após cumprir punição no
qualify largou dos boxes, mas conseguiu terminar a corrida em 15º.
Travando boas disputas lá no fundão ficaram os pilotos M. Velox #108 (17º), F. Agostini #606 (18º) e M. Pires #264 (19º).
Numa pista tão difícil e numa corrida tão disputada uma ausência sentida na prova foi a do piloto C. Dytz #79, cumprindo suspensão por atingir -40 pontos de punição, mas que deverá está de volta na 5ª etapa, que será realizada no Talladega Superspeedway, no dia 30 de setembro.
Por enquanto é só.