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Track Doctor - Watkins Glen com Leandro Schmidt E-mail
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Por LBN News   
24 de outubro de 2006
leo_schimidtPara a estréia da coluna e “aula inaugural” de pilotagem, convidamos o piloto da categoria Extreme Series, conhecido de todos por sua grande competência nas pistas: Leandro Schmidt. 

LBN NEWS: Desde quando você está no Nascar 2003?
L.Schmidt: Desde quando foi lançado. Antes disso, já corria no Nascar 2002 e no Nascar 4. Acho que foi por volta de 2001 que comecei a levar os simuladores da categoria mais a sério. Antes disso, praticamente só corria de GPL.


LBN NEWS: Qual foi sua temporada mais difícil? Qual categoria e por que?
L.Schmidt: Com certeza a S2 2005 na Extreme, a única temporada até agora em que não venci nenhuma corrida. Tive problemas de conexão o semestre inteiro, simplesmente não conseguia terminar nenhuma prova. Era quase automático, bastava chegar perto de meia-noite para desconectar. Além disso, tinha uma coisa errada no próprio jogo – nada a ver com conexão, mas sim algo que afetava meu desempenho – que só descobri depois que o campeonato terminou. Foi muito ruim, a diversão acabou se transformando em frustração.

LBN NEWS: Qual o segredo para ser um bom piloto além de muito treino?
L.Schmidt: Já me perguntaram isso algumas vezes, nunca tive uma boa resposta. Realmente não sei. Esse negócio de treinar muito é uma resposta pronta que todos dão, mas não é bem assim. Tem que treinar certo. Não adianta nada dar 300 voltas fazendo exatamente a mesma coisa, só é válido se fizer experiências, tentar novos traçados, novos jeitos de entrar nas curvas, enfim, estudar qual é a melhor maneira.

LBN NEWS: Qual sua pista favorita?
L.Schmidt: Difícil dizer, gosto de quase todas, só os super speedways não me agradam muito. Minhas favoritas são as mistas, Infineon e Glen, mas entre os ovais posso citar Califórnia, Indy, Phoenix, Pocono e Richmond.

LBN NEWS: Quais as dicas de pilotagens você pode nos dar dessa pista?
L.Schmidt: A dica que posso dar pra todas as pistas é meio óbvia, mas ainda vejo vários cometendo esse erro: velocidade não adianta nada se você estiver no lugar errado. Ou seja, antes de tentar andar o mais rápido possível, se concentre no traçado. Pode não parecer, mas você será mais rápido mantendo um traçado perfeito – mesmo estando mais devagar – do que tentando entrar nas curvas e contorná-las com a maior velocidade possível, principalmente em ritmo de corrida.

Especificamente sobre Watkins Glen, Começando a volta na reta dos boxes em 4ª marcha. A curva 1 se aproxima rapidamente, e essa freada é provavelmente a mais difícil da pista. Não é fácil encontrar o ponto certo. Ele fica cerca de 50 metros depois da sinaleira. Se a freada e a redução para 1ª marcha forem precisas, você estará na velocidade certa para entrar na curva, chegando ao ponto de tangência a aproximadamente 68 mph. É muito importante ter um traçado limpo, entrando o mais tarde possível e cortando muito por dentro, quase tocando na zebra, para sair forte em direção aos Esses.

Chegando na primeira perna à direita, você acabou de colocar a 3ª marcha. Como é óbvio nesse tipo de seqüência, o mais eficiente é, novamente, entrar bem tarde – mesmo que seja com menos velocidade – e sair fechado, espalhando o menos possível para o meio da pista. Isso o deixará na posição ideal para fazer a segunda e terceira pernas de pé embaixo. Qualquer erro nesse ponto vai comprometer a reta subseqüente inteira.

Agora o ponto mais veloz do circuíto, que termina na freada do Inner Loop. A placa dos 400 metros é o marco para “jogar a âncora”. A chicane pode ser feita em 3ª ou 2ª marcha, dependendo do estilo e do setup de cada um. É possível cortar totalmente a primeira perna por cima da zebra, mas é muito arriscado e difícil de acertar. Na segunda perna, é importante usar a zebra do jeito certo, isto é, o máximo possível sem deixar as rodas internas tocarem na grama. Se não cometer erros nessa primeira parte, as duas últimas pernas são fáceis, sem segredos. Só não se pode acelerar muito entre a última perna e o Loop, senão vai escorregar muito para fora e perder tempo na entrada da longa curva inclinada à direita. Essa também não tem grandes dificuldades, só é vital contorná-la bem fechado, colado na zebra interna.

Depois disso, chegamos às duas últimas curvas de Glen. A penúltima, à esquerda, é valiosa no tempo da volta e muito fácil de se errar. A exemplo da curva 1, é difícil encontrar o ponto exato de freada, que fica entre a última sinaleira e a placa de 300 metros, aproximadamente no meio. Redução para 2ª marcha, e aqui, ao contrário da “regra geral” da pista, entrar cedo proporciona uma certa vantagem. Contornando-a com precisão, vai tocar na zebra externa na saída e imediatamente voltar ao lado esquerdo a fim de se posicionar para a curva final, que é relativamente simples. O maior cuidado é evitar um toque na zebra interna. Na saída, pode-se usar todo o espaço disponível, até o guard-rail, para então completar a volta e começar tudo de novo.

LBN NEWS: Agradecemos sua participação e colaboração.

Aos leitores, vocês podem acompanhar o desempenho de Leandro Schmidt às quartas-feiras na Categoria Extreme pela transmissão ao vivo pelo LBN LIVE / SopCast.
Quinzenalmente estaremos postando novas dicas e entrevistas especiais. Obrigado.

 

 

LBN NEWS

 

 Agora você pode ver na prática o que o expert descreveu em palavras.

   

 

 

No. 1 : fera
Muito auto o salto na zebra, será que o carro aguenta uma corrida inteira? mas muito boas as dicas
201.95.55.118Email
Publicado por eldermoura2 • 2009-06-17 15:03:57
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